sexta-feira, 6 de março de 2015

Andrea Veiga posta relíquia da Primeira Geração de Paquitas

Primeira assistente de palco de Xuxa, a carioca Andrea Veiga deu origem ao nome Paquita. Quando ela entrou no programa da Xuxa essa função ainda nem existia. Depois a fada loura mudou da Manchete pra Globo, o programa infantil explodiu e ser paquita era o sonho de muitas meninas dos anos 80 e 90. Em 1988 Andrea Veiga saiu do programa para alçar novos vôos. Na época ousou e posou pra capa da Playboy de setembro/88. Hoje atua no musical Constellation, em cartaz no Teatro Vannucci no Shopping da Gávea, Rio, e segue em excelente forma. Na foto além da Andrea estão Luise Wishermann, Ana Paula Guimarães, Cesar Filho, Roberta Cipriani e Andrea Faria, a Sorvetão.

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A reaparição da Tiazinha Suzana Alves

Figura bissexta na noite, Suzana Alves, a eterna Tiazinha, foi ontem a pré estreia da peça Mudança de Hábito, em São Paulo. De cabelos curtos Suzana, há anos, leva uma vida discreta. Hoje é dona de um estúdio de pilates e atua em peças de teatro. A estrela dos anos 90 fala numa boa da experiência como o símbolo sexual que abalou o Brasil, mas hoje em dia realmente está em outra. Casada com o ex-tenista Flavio Saretta Suzana leva sua vida sem alarde.

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terça-feira, 3 de março de 2015

Veja capas antigas de Madonna

Fui muito fã de Madonna de primeira hora. Gostei dela desde que ouvi, pela primeira vez, Everybody. Nem sabia quem cantava, só sabia que adorava aquela voz sussurrante e abusada. Depois ela explodiu no mundo inteiro com Like a Virgin e Material Girl, saiu na Playboy, e eu então com 11 anos achei muito divertida aquela mulher que adorava ser sexy, abusada. Durante toda minha adolescência continuei consumindo seus discos, revistas, polêmicas. Até o começo dos anos 90, quando assisti seu primeiro show no Brasil, no Maracanã, em 1993. Ali me saciei de Madonna. A turnê era The Girlie Show. O show muito ensaiado, produzido, mostrou uma artista no esplendor dos seus 35 anos. Mas minha febre tinha passado. Senti falta de ver, ao vivo, um pouco mais da Madonna de verdade. Era tudo ensaiado demais, milimetrado demais. Continuo gostando dela, admiro seu trabalho. Mas realmente hoje em dia não tenho mais aquela febre juvenil. Posto aqui fotos que vão de 1983 a 1993 que é, em minha modesta opinião, a Era de Ouro de Madonna.

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